José Fernandes da Silva, 69 anos, o Seu Zé, pernambucano, natural de Limoeiro (PE), no entanto, foi em Diadema, onde encontrou o cinema há 20 anos atrás, atuando em filmes como “Aposentadoria Maldita”, Diadema 50 anos em 5 minutos”, “Veneno Flor” (2011) e “Minha Ressurreição” foi roteirista em “Um Q de Doçura” (2005), roteirista e Diretor em “Ciúmes” (2009) e até hoje segue criando e apaixonado pela possibilidade de uma câmera na mão.


Dentre tantos nomes de especial significado no imaginário popular brasileiro, existe um que se destaca notoriamente, a abreviação de José, o santo casado com Maria, mãe de Jesus, que nomeia milhares e milhares de cidadãos país a fora, geração pós geração, quantos Zés nós conhecemos? Zé Pedro, Zé Milton, Zé Maria, Zé ninguém, Zé apenas Zé, existe um Zé perto de cada um de nós, na família, na “firma”, no bairro, na cidade, quem não é fã de um Zé? Pode-se dizer que esse talvez seja, o nome mais brazuca dos nomes brazucas que circulam os lares da nação.


Partindo do princípio que mundo a fora prêmios de cinema levam a alcunha própria de alguém, Oscar (EUA), César (FR) e David (IT), prêmio do Festival que propõe colocar a beirada no meio do mundo, só poderia chamar-se Seu Zé, em homenagem ao nosso Seu Zé, do cinema de Diadema, e a cada Seu Zé vivente na mente e nas diversas terras tupiniquins.

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